PORTAGENS esse grande negócio
Hoje tenho o prazer de dar as boas vindas a um novo membro do Con(tro)versas: o Tecklas.
O Tecklas é um amigo de há bastantes anos, que eu convidei a participar logo de inicio, há cerca de um ano. Das nossas conversas tenho a ideia de alguém capaz de observar o mundo com objectividade mas tirando conclusões que, sendo lógicas, por vezes nos escapam. Tenho a certeza que, embora só se comprometendo com um post por mês, o seu contributo para este Blog será bastante valioso.
PSeven
Cumprimento os meus colegas "blogistas". Finalmente consigo aqui exprimir algo...
Cada um de nós "carrega a sua própria cruz" começando no "calvário" dos transportes para se deslocar para trabalhar (outro "purgatório"), enfim cada um terá a sua "religião", no entanto gostaria aqui de falar sobre algo que nos últimos tempos (já nem sei dizer desde quando...), me vem fazendo crescer o meu "pecado" em palavras. Alguém reparou na quantidade de condicionantes ao serviço prestado nas auto-estradas? Alguém reparou que este serviço, pago, não apresenta de forma alguma qualidade, dadas as condicionantes mais variadas - obras; faixas e pisos em péssimas condições; túneis com degradação ou mesmo fugas (lama ou agua, tudo sai desses buracos) , enfim um sem numero de situações que levaria qualquer um de nós a pensar duas vezes sobre o facto de ter que pagar um serviço que não nos é prestado, ou parcialmente prestado.
Ora meus caros é exactamente este o primeiro ponto que gostaria de deixar neste espaço. Muito embora seja minha forte convicção que não deveria existir qualquer taxa para que qualquer cidadão pudesse deslocar-se (já repararam que a capacidade de mobilidade é também um sinal de democracia e desenvolvimento), o que se está a passar é um abuso e um completo atestado de burrice a todos aqueles que vão deixando que estas coisas continuem a acontecer.
Será que sou só eu a ver? Não, tenho a certeza que não! Então porquê este estado de passividade?
Descentrando-me deste problema em concreto, não vemos esta passividade noutros casos? Não será um perigoso denominador comum?
Este o segundo ponto que queria sublinhar, deixando a porta aberta para outras visões sobre um outro problema mais grave...
Voltando à minha questão, será que não podemos fazer nada em concreto, do tipo acções individuais especificas e concretas com vista a forçar estes senhores a mudar este estado de coisas?
Espero (gostava de facto), que existam opiniões que substanciem algo no futuro...
O Tecklas é um amigo de há bastantes anos, que eu convidei a participar logo de inicio, há cerca de um ano. Das nossas conversas tenho a ideia de alguém capaz de observar o mundo com objectividade mas tirando conclusões que, sendo lógicas, por vezes nos escapam. Tenho a certeza que, embora só se comprometendo com um post por mês, o seu contributo para este Blog será bastante valioso.
PSeven
Cumprimento os meus colegas "blogistas". Finalmente consigo aqui exprimir algo...
Cada um de nós "carrega a sua própria cruz" começando no "calvário" dos transportes para se deslocar para trabalhar (outro "purgatório"), enfim cada um terá a sua "religião", no entanto gostaria aqui de falar sobre algo que nos últimos tempos (já nem sei dizer desde quando...), me vem fazendo crescer o meu "pecado" em palavras. Alguém reparou na quantidade de condicionantes ao serviço prestado nas auto-estradas? Alguém reparou que este serviço, pago, não apresenta de forma alguma qualidade, dadas as condicionantes mais variadas - obras; faixas e pisos em péssimas condições; túneis com degradação ou mesmo fugas (lama ou agua, tudo sai desses buracos) , enfim um sem numero de situações que levaria qualquer um de nós a pensar duas vezes sobre o facto de ter que pagar um serviço que não nos é prestado, ou parcialmente prestado.
Ora meus caros é exactamente este o primeiro ponto que gostaria de deixar neste espaço. Muito embora seja minha forte convicção que não deveria existir qualquer taxa para que qualquer cidadão pudesse deslocar-se (já repararam que a capacidade de mobilidade é também um sinal de democracia e desenvolvimento), o que se está a passar é um abuso e um completo atestado de burrice a todos aqueles que vão deixando que estas coisas continuem a acontecer.
Será que sou só eu a ver? Não, tenho a certeza que não! Então porquê este estado de passividade?
Descentrando-me deste problema em concreto, não vemos esta passividade noutros casos? Não será um perigoso denominador comum?
Este o segundo ponto que queria sublinhar, deixando a porta aberta para outras visões sobre um outro problema mais grave...
Voltando à minha questão, será que não podemos fazer nada em concreto, do tipo acções individuais especificas e concretas com vista a forçar estes senhores a mudar este estado de coisas?
Espero (gostava de facto), que existam opiniões que substanciem algo no futuro...

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